Tuesday, May 31, 2011

In Defense of Meritocracy (Part 2)

My Second article in a series of two, where I explain how meritocracy is behind the success of the most developed Latin societies, is now available at OrdemLivre.org (in Portuguese). I translate a passage:
Particularly worrying is the case of Brazil. After importing the worst from the antimeritocratic movement in Europe, without having ever implemented or understood the ideal of republican or confederate meritocracy, it now imports, apparently with pleasure, the worst from the antimeritocratic movement in America. It is essential to recognize that, in the case of Brazil, a country of predominantly Latin culture, if there is a chance to emulate successful countries that are culturally close, this emulation must pass through the strengthening of Brazilian meritocratic institutions. This is exactly the opposite of what governments have been doing in Brazil.


Chutando a Lata said...

Uma economia competitiva já traria a meritocracia em suas bases. Então, o importante, é fazer com que a economia seja competitiva. Como? Ambiente competitivo como regra geral! No Brasil o assunto é pertinente, exatamente porque o ambiente não é nem um pouco competitivo. A solução? Ambiente competitivo.

Pedro H. Albuquerque said...

Concordo. De fato, toda medida que estimula a concorrência tende a ser positiva para todos, e particularmente positiva para os que adquirem o direito a concorrer, enquanto que toda medida que restringe a concorrência tende a ser negativa para todos, e particularmente para aqueles aos quais são negados o direito de concorrer.